Rio de Janeiro,
Ação pela Paz

 Preliminarmente, refiro-me aos irmãos que não mais se encontram entre vós e que, ao seu tempo, ajudaram-me a plantar, adubar, cuidar e fazer florescer essa semente de Paz, para mim a mais querida. Eles, temporariamente, cumprem novas etapas de suas evoluções espirituais e para gáudio e tranqüilidade daqueles que foram seus familiares, por sangue ou por amizade, comunico que estão muito mais felizes do que quando conviviam nesse Planeta, por enquanto, de expiação.

Dirijo-me, portanto, aos irmãos encarnados que, administrando ou participando de nossas reuniões, dão uma demonstração de fé no Onipotente e também de crença na proteção que prometi a todos. Sim, com generosidade e até com criatividade vós reconheceis a força que a Fonte de Luz da Cristandade, houve por bem me conceder para que eu pudesse auxiliar a vossa espécie e, igualmente, cumprir a única missão que pessoalmente almejei, a de amparar aqueles que, em eras remotas, foram o meu povo.

Em verdade, foram vós que, com vosso amor, tornaram possível o início de minha escalada espiritual ensejando, desta forma que eu galgasse o patamar onde ora me situo na senda de retorno ao Pai.

Recebo de meus delegados, os dez Guias da T.I.O., relatos pormenorizados do que aí acontece e rejubilo-me pelas informações obtidas. Tenho conhecimento do clima fraterno, da vontade de progredir, de renúncia ao personalismo, das novas atividades e da intenção, da grande maioria, em ser útil ao próximo.

Sei que, com sabedoria, utilizais a centelha divina existente em vós em favor de terceiros que necessitam do vosso socorro.

Queridos irmãos, este é o caminho. Perseverai nele porque sinto que já assimilaram o real ensinamento que vos levará ao Pai: "fazer sempre que possa o bem, sem saber a quem".

Aos irmãos dirigentes e aos médiuns desenvolvidos ou em desenvolvimento nessa Casa abençoada, reafirmo que estou ciente dos sacrifícios de cada um no cumprimento das respectivas missões.

Lembro, no entanto, que igualmente há o reverso da moeda. Quanto maior a doação, maior a recompensa. Somai à recompensa que forçosamente tereis, o meu agradecimento perenal. A devoção que tendes à nossa comunidade espiritual, certamente, fará de vós pessoas felizes, eis que sereis contemplados pelas permanentes graças distribuídas pelo Senhor.

Reitero, nesta mensagem, fidelidade ao meu compromisso de que sempre estarei convosco, protegendo-vos e, cada vez em proporções maiores, repartindo com os irmãos do Oriente as luzes que recebo de nosso Pai e Criador. Aproveito esta comemoração tão grata ao meu espírito para solicitar que sejais vigilantes combatentes na guerra contra a guerra, orando por este vosso Guia e pregando o amor que Jesus Cristo nos ensinou para que aconteça, finalmente, a redenção na humanidade terrena.

Não vos quero como meros espectadores das atuações alheias, neste particular. Se atentos observais, existe uma estratégia montada pelo mundo espiritual no sentido de despertar consciências na luta contra a negação da Paz, personificada pela violência.

A Tenda é o Lar Fraterno de Kallaby Suff Haram.

Fiz menção, no princípio da presente, à semente que é, para mim, a mais querida. É como simbolizo esse Lar Fraterno onde reuni aqueles que considero meus filhos espirituais.

Revelo-vos neste momento que, coadjuvado por companheiros de grande expressão no campo da espiritualidade, criei e plantei muitas outras sementes que deverão espraiar-se nesta aurora do terceiro milênio. Novamente, conclamo-vos a serem militante de primeira linha para modificar a cultura arraigada entre os humanos de que, para que haja paz e progresso, é necessária a guerra. É preciso que exteriorizemos todas as ações que possam contradizer a idéia generalizada de que o atalho mais curto para a paz é um estado de beligerância.

Apoiar a apologia da paz. Meus queridos filhos, espero de vós um progresso espiritual ainda mais rápido e isto possivelmente conseguireis apoiando com vigor todas as manifestações coletivas que abominem a cultura guerreira e façam apologia da paz. Ensinai aos vossos pósteros, de forma contínua e constante, que a violência, em todas as suas roupagens, está na contramão dos princípios cristãos consubstanciados na doutrina espírita. A humanidade deve reconhecer que os verdadeiros heróis são os pacifistas. Eles, por convicção jamais agridem ou destroem. Ao contrário, repudiam com veemência o emprego das armas e da brutalidade física na solução de problemas sociais. Se vós dardes o exemplo, muito antes do que pensais, veremos prevalecer efetivamente os dizeres da senha mística que um dia vos ofertei:

"Glória a Deus nas Alturas e Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade"

Do vosso irmão em Cristo,

Kallaby Suff Haram

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